Quatro paraibanos foram resgatados de trabalho com condições equivalentes à escravidão, em grandes plantações no estado de Santa Catariana, neste ano de 2022.
De acordo com o Ministério Público do Trabalho da Paraíba (MPT-PB), foram resgatados cerca de 550 paraibanos em vários estados do país, sem nenhuma condição de trabalho que garantia dignidade e respeito as leis trabalhistas, do ano 2003 até o ano de 2021.
Com isso, nessa quinta-feira (21), o MPT-PB lançou em Campina Grande, os projetos ‘Liberdade no Ar’ e ‘Educar para não resgatar’, que visam a prevenção e o combate ao tráfico de pessoas para fins de trabalho escravo.
“A Paraíba é um Estado onde há recrutamento, ou seja, os paraibanos recebem propostas fraudulentas de trabalho e se deslocam a outro Estado. O discurso é de que o trabalho a ser realizado é bastante vantajoso com os direitos trabalhistas garantidos. Ao chegar ao local, os trabalhadores descobrem que terão que pagar pelo transporte de ida, alimentação, alojamento, produtos de higiene, equipamentos para realizar o trabalho e equipamentos de proteção individual”, explicou a vice-procuradora-chefe do MPT-PB, Marcela Asfóra, que está coordenando os projetos na Paraíba.
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